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O luto que ninguém válida: quando a perda não tem nome
"A dor que não se fala apodrece a alma." William Shakespeare Existe uma crença silenciosa de que o luto precisa ser justificado, a todo momento, em voz alta. Que a dor só merece espaço quando há um motivo grande o suficiente (e o que seria grande o suficiente se as dores são individuais?), uma morte, uma separação formal, uma perda visível. Para tudo mais, aprendemos a minimizar: "não é para tanto", "outras pessoas passam por coisas piores", "eu nem deveria estar assim”, “so

Sessão de Psi
30 de jun.3 min de leitura


A arte de viver o instante – notas sobre o filme Dias Perfeitos, de Wim Wenders
Num domingo qualquer, marcado pela preguiça e pelo tédio, escolho assistir um filme que me parece bem tranquilo, guiado apenas pela...

Sessão de Psi
25 de jul. de 20253 min de leitura
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